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Como a Atenção Domiciliar pode contribuir com o sistema de saúde durante a pandemia por Covid-19

Por Dr. Tarcyo Bonfim

O Brasil registrou o primeiro caso do novo coronavirus SARS-Cov -2 no dia 26 de fevereiro, em São Paulo. O vírus então se espalhou de forma comunitária e hoje está presente em todos os estados brasileiros. No dia 23 de junho até às 19h, o Ministério da Saúde registrou 1.106.470 casos confirmados com 51.271 óbitos acumulados. São 571.649 casos recuperados e uma estimativa entre 5 a 26 vezes maior de número de casos não documentados, conforme estudo coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (Ufpel)*. Essa realidade tem repercutido sobre os serviços de saúde, principalmente os hospitais e levado a um aumento de demanda por leitos hospitalares especialmente de unidades de terapia intensiva(UTI).

Os hospitais, diante de tal cenário, vivem um contexto paradoxal. Se por um lado seus leitos de UTI destinados a COVID-19 estão quase no limite da capacidade, por outro, seus apartamentos estão com baixa ocupação devido a suspensão das cirurgias eletivas e a menor procura dos serviços de saúde por outras causas. É neste contexto que as estratégias de desospitalização e não hospitalização entram, sendo seus principais protagonistas os serviços de Atenção Domiciliar.

Os serviços de Atenção Domiciliar, Home Care, estão sendo demandados por famílias e médicos para que a assistência a pacientes seja realizada antes da chegada ao hospital. São inúmeras situações de saúde que estão sendo resolvidas em casa, com tecnologia hospitalar, segurança e acolhimento. Desde pacientes em cuidados em fim de existência até situações de infecção urinária, respiratórias e necessitando de cuidados com a pele. A Telesaúde tem auxiliado tanto na identificação destes casos quanto no monitoramento dos mesmos. Contudo, inúmeras situações de saúde não estão sendo identificadas ou são conduzidas sem segurança.

É necessário portanto um esclarecimento mais amplo a população de como acessar esses serviços e como fazer uma pré-consulta por telemedicina para definir se precisará ou não recorrer ao hospital. Situações como dor no peito, desmaios, falta de ar, dor abdominal persistente e muitas outras condições requerem busca por um serviço hospitalar o mais precoce possível. Um atendimento por Telesaúde pode auxiliar em alguns casos, mas na ausência deste e em situações com risco iminente de morte a população deve buscar, de imediato, o pronto atendimento.

Outra situação que vem sendo observada pelos serviços de Home Care é a necessidade de um monitoramento continuado de pacientes com COVID-19 que são liberados na emergência. Os pacientes com sintomas leves, que recebem alta no pronto atendimento, necessitam ser monitorados devido ao risco de evolução desfavorável, principalmente nos grupos de risco. Esse monitoramento pode ser realizado em nível domiciliar, com recursos de telepropedêutica e também por avaliações presenciais.

Uma outra necessidade do sistema de saúde tem sido a liberação de leitos das UTI, bem como dos apartamentos. Essa necessidade se dá por conta da pressão por leitos e para favorecer um acompanhamento dos pacientes em recuperação no ambiente do seu lar, próximo dos seus familiares e sem a exposição dos mesmos aos riscos de infecção em nível hospitalar. O Home Care tem sido a principal estratégia utilizada pelo sistema de saúde para favorecer a desospitalização no tempo certo e de forma segura.

Toda essa temática vem sendo estudada e abordada pela Assiste Vida onde é possível se conhecer através das suas inserções nas redes sociais e webinários gratuitos. O momento é oportuno para que a população conheça esse modelo de atenção a saúde, o Home Care e a Telesaúde como o ato médico que favorece a acessibilidade, a equidade, a igualdade e a eficiência para inúmeras condições de saúde.

*https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/04/numero-de-casos-de-coronavirus-pode-ser-ate-26-vezes-maior-diz-estudo-em-pelotas.shtml





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